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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Sport 1 (1) x 0 (3) Palmeiras

Em uma partida que o Palmeiras se propos unicamente a defender, jogando com o regulamento em baixo do braço, tentando se possivel fazer um misero golzinho. O jogo se arrastou tenso com o Sport perdendo gols diante da impecável apresentação do nosso Santo goleiro Marcos.

Vale dizer também quem Paulo Bayer fez mais pelo Palmeiras nesse jogo do que em todo o tempo em que jogou por aqui. Tremendo foi substituido por Fumagali, ambos com a marcação implacavel do nosso camisa 5 Pierre, nem precisa comentar como foi esse duelo.

1 x 0 aos 36 e uma bola na trave aos 45 para fazer o torcedor sofrer ainda mais, vamos para os penais.

Confesso que quando saiu a lista dos batedores achei que não daria.
Mozart , Marcão, Danilo, Armero, CX10.

Mozart perde o primeiro, mas Marcos deixa tudo no 0x0 defendendo a primeira cobrança do Sport.
Marcão vai pra bola e a torcida tambem, converte e o Sport também com um chute no meio do gol, demostrando claro medo de errar.
Danilo com categoria rara, bate forte no canto sem chances, MAAARcos pega mais um.
Armeiro chuta no ângulo, totalmente sem chances. São Marcos mais uma vez, pegou o 3 penalti em 4.

Para alivio de Mozart que foi o primeiro a chegar para cumprimenta-lo, e alegria da massa verde.

Sofrido como sempre será um jogo decisivo de libertadores. Avançamos.

Tremei uruguaios.

ps.: Chupa Beltrão, dirigente q fala muita besteira tem o que merece.

Grandes MAARRRCOS da História

O assunto São Marcos já se esgotou. Tudo que ainda se possa falar sobre ele, ainda é pouco. E há outros temas importantes que nos deixam na marca do pênalti.


Comecemos pela intenção do governo de mexer na poupança para conter os grandes investidores que fogem de outras aplicações:
Quando surge o governo imponente
No banco em que o poupador o aguarda
Sabe bem o que tem na conta da gente
Que a dureza contra o especulador não tarda

Outra notícia importante é que o Senado, finalmente, vai cortar aquelas diretorias de coisa nenhuma, que sugam o dinheiro público:

E o Senado no ardor da verba maldita
Transformando a moralidade em padrão
Sabe sempre levar uma sacudida
E mostrar que de fato trabalha pela nação

Em outra frente de batalha, prossegue em todo o mundo a guerra contra a gripe suína, já com algumas vitórias:

Lave bem as mãos que ninguém passa
Nada de pânico em massa
Saúde que canta e vibra
Por nosso porco inteiro
Que é um bicho bem brasileiro
Ostentando com o focinho a sua fibra

Viu só? Nem tudo é futebol. Estes são os grandes marcos do noticiário. Maaaaarcoooos! !!

Grandes marcos da história
Haisem Abaki - Rádio Bandeirantes

terça-feira, 12 de maio de 2009

São Maaaaaaarcos.


Maaaaarrrcooos.... o Santo.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Marcos - O Último Homem em pé.

EDUARDO VIEIRA DA COSTA
Editor de Esporte da Folha Online


O goleiro Marcos é de um tipo que não existe mais no futebol. Ou que talvez nunca tenha existido. O tipo honesto. Tão honesto que pode ser confundido com ingênuo. Isso para aqueles que consideram ingenuidade não tirar proveito de qualquer situação a qualquer custo.

O arqueiro palmeirense levou uma verdadeira "voadora" do atacante Malaquias, uma entrada com a sola da chuteira em sua barriga, no jogo contra o Bragantino. Logo em seguida, acabou agredindo o rival e sendo expulso. Mas quero ir por partes para destacar o que acho realmente relevante em todo o incidente.

O lance pode ser muito discutido (e, sim, ele já foi exaustivamente debatido), mas o que mais me chamou a atenção foi o fato de Marcos ter permanecido em pé após o choque.

Pouco depois, nos programas de mesa redonda da vida, não foram poucos os que defenderam que o goleiro devia ter caído. De fato, se tivesse feito isso, Marcos por conseqüência não teria sido expulso, já que não chutaria o rival caído. E também não haveria o pênalti. E seria possível até o juiz ter dado falta para o Palmeiras e expulsado Malaquias.

Mas ir ao chão naquele momento implicaria uma coisa que parece bastante difícil para um jogador como Marcos: fingir. Ele poderia cair e rolar no chão por longos minutos, mas estaria simulando, apesar de realmente ter sido atingido em cheio pelas travas da chuteira do rival.

É a velha história da malandragem do futebol. Todo mundo tem que ser muito esperto e levar vantagem sobre os outros. Se não fizer isso é porque é ingênuo, porque não conhece o mundo do futebol.

Mas Marcos conhece muito bem o mundo do futebol. É campeão da Libertadores, campeão Mundial. E, além de ser um excelente goleiro, ele é também uma pessoa diferente.

Diferente, por exemplo, de outro grande goleiro brasileiro, Dida. Recentemente, o goleiro do Milan foi tocado (de leve, bem de leve) no rosto por um torcedor do Celtic, em jogo da Copa dos Campeões, e desabou no chão como se tivesse sido esmurrado pelo Maguila --não antes de ter tentado correr atrás do "agressor", o que tornou a cena ainda mais patética.

É claro que não dá para julgar o Dida por uma atitude como essa, impensada, no calor do jogo. Mas dá para perceber qual é o padrão de atitude da maior parte dos jogadores hoje em dia, em contraste com a postura do Marcos.

O fato de o palmeirense ter chutado Malaquias logo em seguida é condenável, mas é necessário ressaltar que não dá nem mesmo para definir o ato como um chute de fato. Foi mais um "empurrão com o pé". Mas isso não impediu Malaquias, este sim, de levar as mãos dramaticamente ao rosto, como se tivesse sido atingido ali pelo goleiro --o que claramente não aconteceu.

No dia seguinte, em diversas entrevistas, Marcos reconheceu o erro de ter "partido para cima" do atacante, admitiu que não devia ter feito aquilo. Mas negou tentativa de agressão. Mesmo assim, provavelmente será julgado pelo STJD. Malaquias, não. Nem pela agressão e nem pela simulação.

Talvez o honesto seja mesmo o ingênuo. Talvez Marcos seja o último homem em pé.

terça-feira, 13 de março de 2007

Marcos e a Tempostade

São Marcos e a tempestade
Por LUIZ FERNANDO BINDI
Um trecho de um poema de autor gaúcho, diz: "e num dia de tempestade, para quem eu vou correr?".Nas duas maiores tempestades que o Palmeiras viveu (semifinal da Libertadores de 2000 e Segundona de 2002), os palmeirenses sabiam e souberam para quem podiam correr.Marcos, nome no necessário e justo plural, aquele que chora quando o Palmeiras perde. Marcos, aquele que age no campo como se estivesse na arquibancada.Marcos, que levou Tuchês, Alexandres, Galeanos e Guerreiros nas costas, ombros e braços.Marcos, que levou palestrinos nas costas, ombros e braços.Os braços de Marcão são os braços dos palmeirenses, esticados para alcançar um amor que só o palestrino explica.
Esse braço que um dia carregou a bandeira do Brasil campeão do mundo.Que nessa tempestade, Marcos saiba para quem correr.
Nós, palestrinos, corinthianos, jornalistas, geógrafos, aprendizes de goleiro e aprendizes de gente.Nós estaremos aqui, Marcão.Essa tempestade passará.Sempre passa.

Luiz Fernando Bindi

http://www.distintivos.com.br/